Um blog do Travellerspoint

2º dia - Chateau de Versailles e City Tour por Paris

O 2º dia em Paris começou bem cedo. Antes da sete já estávamos de pé, tomamos nosso primeiro café francês, com direito a muitos croissans com nutella. Pouco mais de 08 horas já estávamos a bordo do ônibus da Europamundo para irmos ao Chateau de Versailles, que foi residência oficial de Luis VX - o rei Sol, e que fica a uns 30 km de Paris no lugarejo de Versailles.
Compramos o ingresso em um restaurante do lado do Palácio, com isso evitamos pegar a fila monstruosa da bilheteria oficial. 15 euros por cabeça.ingresso do Palácio de Versailles

ingresso do Palácio de Versailles


O Castelo é realmente muito bonito e grandioso. Lá dentro tem de tudo, muitos quadros, uns deles gigantes, móveis da época extremamente conservados, roupas dos reis e rainhas, enfim, a história da França está todo ali. Há também várias lojas de souvenires durante a caminhada, lanchonete e Ladurée, lojinha de macarons da mais famosa de Paris.
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Olhem a beleza dos Jardins do Palácio....
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O time completo com os Jardins ao fundo. É bonito ou não é?
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Depois do passeio ao Palácio, que ocupou a manhã inteira, voltamos com o ônibus de excursão até a região central de Paris e fizemos ponto-base ali. Tivemos um tempo livre para almoçar para depois partirmos ao tradicional city-tour pela cidade luz,
Nosso primeiro almoço foi no Le Musset, na Rue de L'echelle, bem pertinho da Rue de Rivoli e do Louvre. O lugar era uma graça, bem típico francês e onde descobrimos como funciona a maior parte dos banheiros em Paris: geralmente são no porão do imóvel, tem que descer umas escadarias enormes em espiral e o lado masculino só tem o mictório sem portas, ou seja, as mulheres ficam vendo os homens de costas fazendo o nº 1.
A fachada do Le Musset
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Comemos um sanduíche de nome alemão impronunciável e indigitável, tomando uma cervejinha Amstel e uma água Badoit só pra entrar no clima.
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Aí fomos então para o nosso city-tour:
Jardin des Tulleries
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Place Vêndome
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Ópera Garnier
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Igreja de la Madeleine
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Avenue des Champs Elysèe com o Arc de Triumph ao fundo
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Ela aí com o time todo:
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Hotel des Invalides
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Os famosos Cafés do Quartier Latin...
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Publicado por diariodeviagem 5:25 Arquivado em França Tagged paris Comentários (0)

1º dia - Embarque para Paris 12.09

Confins - Guarulhos - Charles de Gaulle- Aí vamos nós....

Enfim havia chegado o dia de partirmos rumo ao velho mundo.
O voo pela TAM LINHAS AÉREAS, com saída do Aeroporto Internacional de Confins rumo ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, estava marcado para sair às 14:51 horas. Por isso, toda a turma logo deu um jeito de almoçar mais cedo e por volta das 12:00 horas já estávamos todos no Aeroporto já fazendo check-in, despachando nossas bagagens e despedindo dos familiares. Na foto, meus sogros Sálvio e Sandra nos dando um salve de boa viagem.

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Uma horinha e dez minutos depois já estávamos no Aeroporto de Guarulhos. Ah, bom lembrar que já para entrar no clima, durante o voo daqui até Sampa já fiz questão de mandar goela abaixo duas heinekens.
Vi que o Aeroporto de Guarulhos é duzentas mil vezes maior que o nosso aeroporto e que em seu pátio não tem só os nossos aviõezinhos tradicionais como Tam, Gol, American, etc. Dali saem voos para tudo é canto do mundo, tinha aeronave de Cingapura, da China, da Arábia e um milhão de outras companhias que nem nunca tinha ouvido falar.
As nossas malas, que naquele momento ainda eram uma por pessoa pesando pouco mais da metade dos 32 kgs permitidos, já seriam transferidas e por isso só precisamos nos apresentar na sala de embarque dos voos internacionais, onde há o controle de imigração e a necessária checagem de passaportes.
Da turma toda, somente aquela com mais cara de terrorista é que teve problemas. Gabriela, com seu ar de mulher-bomba, não passou desapercebida pela fiscalização e teve até que tirar sua bota ao passar pelo raio x. Mas no final ficou tudo certo e viram que aqueles 150 centímetros não representariam risco à segurança do povo europeu.
Ultrapassado o portal dos voos internacionais deparamo-nos com o famoso, glorioso e saltitante free-shop, por onde nós fartamos por mais de duas horas, até mesmo porque nosso voo para Paris só iria sair as 23:20 horas.
Chamar o free shop de paraíso das compras não é exagero... Perfume de 450 reais no shopping era o perfume de 80 dólares ou 140 reais no free- shop. Aí não teve como resistir, um Ray-Ban, um relógio Armani e mais dois perfumes (Armani Code - Giorgio Armani e Allure - Chanel).
Fica a dica que comprar no free-shop na ida é muito bom porque não desconta da sua cota no regresso e como geralmente você compra esses produtos para uso pessoal, eles também não serão computados da cota de compras no exterior.
Feitas todas as compras ainda tínhamos mais um tempinho para esperar no aeroporto e a fome havia batido. Nas lanchonetes da área de embarque do aeropoto é como as daqui, tudo muito caro. Um latão de Skol por 12 reais e um sanduíche lero-lero de baguete, presunto e queijo por 15 reais. Vai explorar assim lá longe.
Por fim, para encarar o voo de mais de dez horas, Bila e eu compramos uma garrafa de Whisky Black e White no free-shop e sozinhos fizemos o favor de esvaziá-la, juntamento com um red bull e água com gás.
Devidamente calibrados, embarcamos e antes de cair no mais profundo sono tomei mais uma latinha de heineken e jantei uma arrozinho com carne de boi desfiada e sobremesa.
Acordei e o oceano atlântico já havia sido atravessado, já sobrevoavámos terras portuguesas com certeza.
Algum tempinho e já estávamos no Charles de Gaulle, nós e as malas.

Chegada no Aeroporto de Paris

Chegada no Aeroporto de Paris

O aeroporto Charles de Gaulle fica afastado do centro de Paris mais ou menos a mesma distância do de Confins ao centro de BH. O transferista já estava nos esperando e em bom portunhol fomos conversando até o hotel MERCURE IVRY QUAI DE SEINE.
Chegamos por volta das 18:00 horas, tomamos um banho e fomos fazer o reconhecimento da área. O metrô, segundo a francesinha do hotel, era perto, e por isso nos aventuramos.
Depois de andarmos quase uma hora não encontramos nada de metrô e embora só fosse escurecer por volta das 21:00 horas, achamos por bem ficarmos pela região do hotel mesmo, que fica na região periférica de Paris, como se fosse nossa Avenida do Contorno em BH, uma longa avenida que delimita a região central de Paris.
Resolvemos jantar em um restaurante Turco, Jardins de Manmar, onde comemos o tradicional kebab - eu em forma de refeição e Gabriela em forma de sanduba, tomamos bière a la pression (chopp) da belga Affligem e da holandesa Amstel e um bom vinho francês da região de bordeaux .

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Publicado por diariodeviagem 7:06 Arquivado em França Tagged paris Comentários (0)

Engordando os cofres das casas de câmbio

Moeda em Espécie, VTM, Travellers Check, Cartões de Crédito... O que levar?

sunny 21 °C

Como disse que nos decidimos viajar em setembro de 2010, tivemos exato um ano para juntarmos toda a grana que levaremos para a viagem.

Não estou falando da grana deixada na Transportes Aéreos Marília referente as passagens de avião, nem a bufunfa desenbolsada para a CVC-Europamundo, porque isso já ficou lá atrás, quando fechamos o pacote e já se encontra no rol das dívidas superadas.

Aqui estamos dizendo sobre todo o dindin que iremos levar para comermos as comidinhas engomadinhas francesas, não é boeuf bourguignon?, para irmos aos museus mais visitados do mundo e dar um salve para a gloriosa Gioconda, para tomarmos vinhos, cervejas e mais cervejas e claro, comprarmos todo tipo de bujiganga diferente que aparecer em nossa frente.

Então pesquisamos sobre qual tipo de dinheiro levar...

Travellers check são cheques que são descontados em bancos lá na Europa, mas que já estão ultrapassados e quase lugar nenhum aceita, por isso, estamos fora, seria muita perda de tempo...

Em tempos de cartão de crédito não existe mais homem covarde, como diria o outro. É lógico que o American Express Green Card sem limite estava em nossos planos, afinal seria uma válvula de escape para alguma compra nossa sem ter que gastar o dinheiro que levamos. Mas dona Dilma editou uma Medida Provisória aumentando o I.O.F. para 6,38% sobre o valor da compra realizada no exterior e agravado pela taxa de conversão de 2% de euro para dólar e mais 2% de dólar para real, prudência e caldo de galinha não nos iria fazer mal. Por isso, aquela advertência das propagandas de cerveja se encaixariam melhor aqui... cartão de crédito, gileteie-o com moderação.

Por isso, a maior parte do dinheiro que levaremos será em espécie. E de pouquinho a pouquinho, trocando a taxas desde R$2,50 a R$2,31 cada euro, salvamos nossa grana. No final das contas eu e Gabriela estamos levando quase 4.000 Euros para os nossos 19 dias de passeio, isso porque resolvermos esticar nossa viagem em mais três dias em Paris... E isso dá quase 110 euros por pessoa para cada dia, quantia que passa muito aquela prevista pelos mochileiros de plantão (cerca de 50 euros/dia), mas que não chega a nos dar ao luxo de comer todos os dias nos restaurantes de Alain Ducasse.

Ah, só pra dizer que não levamos nada no VTM, fizemos um cartãozinho com 250 euros por precaução.

Mais uma etapa concluída...

Publicado por diariodeviagem 13:01 Arquivado em Brasil Tagged planejamento dinheiro Comentários (0)

Estudando sobre os países

Sites, livros, roda de amigos... A constante busca de informações pelo passeio perfeito

sunny 20 °C

Viajar pela primeira vez para a Europa é algo que assusta inicialmente, sobretudo por causa do idioma, pois embora a gente arranhe o inglês, é sempre desafiador encarar uma cultura completamente diferente da nossa e termos a noção de que o nosso bom e velho português pouco nos ajudará na comunicação no velho mundo.

Mas é óbvio que chegar na Europa fluente em alemão, holandês, francês e inglês seria muita pretensão nossa. Por tal motivo, deveríamos concentrar nossos estudos no inglês, em algumas expressões em francês, sobremaneira relacionada a gastronomia de lá que é bem peculiar e mais que tudo, captar o maior número de informações possíveis sobre os lugares por onde passaremos.

Para conhecer sobre Paris existe o blog "Conexão Paris" que é simplesmente sensacional e revela tudo de mais importante não só de Paris, como de outros lugares da França e ainda dá dicas sobre restaurantes, lojas, passeios, etc. Lina Hauteville, a mineira que vive em Paris e dona do blog, é muito prestativa e sempre respondeu quase que instantaneamente nossos e-mails. Vale muito a pena conferir.

Outro lugar em que há um brasileiro com dicas valiosas é Amsterdam. Daniel Duclos, do blog ducsamsterdam.net, também traz muitas informações sobre a capital holandesa, com dicas de restaurantes, de lugares para se visitar e ainda nos ensina a andar pelo Red Light District, a região dos lupanares e casa de rendezvous.

O site lonely planet e os guias Frommers e Visual da Folha de São Paulo foram também bastante interessantes na construção do roteiro de nossa viagem.

Agora a descoberta do século foi o livro "Na terra das Mulheres sem Bunda", do até então desconhecido nosso Paulão de Carvalho, vocalista da banda paulista Velhas Virgens, que com extrema competência e irreverência narra sua viagem para a Europa de forma tão intimista que conseguimos captar o que cada canto que iremos visitar tem de melhor... e óbvio que isso passa por cervejas, birras, bier à la pression, bordeaux, saint-emiliion, etc, etc, etc...

Fica a dica....

Publicado por diariodeviagem 12:13 Tagged planejamento Comentários (0)

Planejando a viagem

Escolhendo os países e a data da viagem

sunny 23 °C

Em Setembro de 2010, sentados em uma mesa de bar em Lagoa Santa, entre um chopp e outro, decidimos, eu, minha namorada Gabriela, meus pais, meu tio Bila e Vânia que iríamos realizar a viagem de nossos sonhos para o velho mundo.

Aí a primeira a coisa que tivemos que decidir foi a data em que partiríamos para a Europa, para que cada um de nós ajustasse a agenda, programasse as respectivas férias, enfim, resolvesse qualquer pendenga no serviço e assim pudessémos viajar tranquilos. Escolhemos que a viagem iria começar no dia 12 de Setembro de 2011 e terminaria no dia 28 do mesmo mês. Vimos que lá seria a transição do verão para o outono e por isso, as temperaturas seriam suportáveis e ainda conseguiríamos pegar um pouquinho do frio europeu.

Período da viagem selecionado, passamos então à escolha dos países que iríamos conhecer. Paris, a Cidade Luz e Londres, terra da Rainha, eram duas cidades indispensáveis. Por isso, qualquer roteiro que planejássemos deveria levar em conta França e Inglaterra.

Aí considerando o período de nossa estadia na Europa, três eram as possibilidades: Ou iríamos para a Península Ibérica e conheceríamos Portugal e Espanha e suas milhares de igrejas e reencontraríamos todo o ouro que um dia esteve no Brasil, ou iríamos para o sul da Europa e nos depararíamos com a terra dos Imperadores, com o Coliseu, com o Papa, com as massas e tudo de bom que há na Itália ou faríamos um tour à Leste da França e conheceríamos a Bélgica e seus chocolates, Holanda e toda sorte de libertinagem que existe na terra onde a profissão mais antiga do mundo é cartão postal e onde os cafés vendem mais que expressos e ainda passaríamos pelo grande país Luxemburgo a caminho para a terra do famoso eisbein, dos wurst, das loiras geladas e de tudo que só a gastronomia alemã poderia nos oferecer.

Lugares e dia escolhidos, agora era estudar e descobrir o que de melhor ver, comer e comprar em cada canto.

Mas isso é assunto para depois...

Publicado por diariodeviagem 10:50 Arquivado em Brasil Tagged planejamento Comentários (0)

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